terça-feira, 15 de outubro de 2013

Escolher-ia...


E eu te escolheria independente de qualquer coisa ou alguém.
Hoje, estamos livres. Não precisamos mais fazer escolhas, porque elas doíam em você não é mesmo?
Pode ficar em paz agora, não tem mais nós, não tem mais  cuidados, nem carinhos. Não têm mais nossos dedos entrelaçados, nem a segurança nos olhares.
Não tem mais os abraços protetores, nem filmes, nem brigadeiro, nem brigas.
Nem-nada.
Não tem nada!                    
E você não precisa mais perder seu tempo pensando em que escolha deve fazer.
Não. Relaxa, o problema de não termos dado certo, não é seu, é meu.
Eu sempre quero muito, exijo o muito não é mesmo? E meus extremos não couberam nos seus espaços tão pequenos, tão suficientes. 
Suficientes pra você.
Eu sou exagerada, e sempre exijo demais das pessoas. Me perdoe por isso?!
Voe Borboleta, você é livre agora. 
Sem casulos, sem coração pra te aprisionar, sem algemas na alma, opte por sua liberdade agora Borboleta.
Sem escolhas doloridas, é teu direito. Borboleta livre pra voar/cantar/encantar em paz.
Não tem nada!
Os espaços que eram preenchidos por um (nó’s), plural, colorido, é só um nó-só. Cinza.
E  mesmo na liberdade que o vento nos proporciona hoje, eu escolheria voar ao seu lado. Ou quem sabe, nas suas asas.
Por todos os motivos do mundo, eu, escolheria você! 

Escolher-ia.
 Ir.
 Fui.



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